«Fundou-a El Rei Brigo, impondo-lhe o nome de Lacóbriga, que significa lago, 1897 anos antes de Cristo; outros dizem que tomou o nome de uns lagos que antigamente aqui havia, o que é mais o provável.»
Padre Carvalho da Costa
LACÓBRIGA - ZAWAIA - LAGOS
Mudam-se os tempos...
A origem de Lagos aparece associada aos pequenos cursos de água, com nascentes no Espinhaço de Cão, que aqui formavam lagoas delimitadas por dunas de areia. Eram ancoradouros ricos em pescado e em bivalves. Depressa se tornou num local de agrado a vários povos que a tornaram num importante entreposto comercial.
Por aqui passaram fenícios, gregos e cartagineses. Por ela lutaram romanos, mouros e portugueses. Lacóbriga é a denominação romana do povoado. Posteriormente, os árabes chamam-lhe Zawiya (Zawaia). Em 1249 é definitivamente integrada em território português por de D. Afonso III.
No entanto é a civilização árabe a que mais influenciou a vivência dos povos vindouros. Ainda hoje são visíveis os traços linguísticos, culturais e arquitectónicos legados.
LAGOS, CIDADE DAS DESCOBERTAS
Os Descobrimentos começaram aqui...
Daqui o Infante D. Henrique fez partir Caravelas em demanda de novos mundos. Aqui se viu nascer Gil Eanes, o herói do Bojador. Aqui chegaram as primeiras riquezas de África. Ouro, prata, marfim... Eram tempos de fausto e glória.
Em 1573, Lagos é elevada a cidade, por ordem de El Rei D. Sebastião e torna-se na sede do Bispado e na Capital de todo o Reino do Algarve.
Mas os anos dourados chegam subitamente ao fim. O terramoto de 1755 destrói implacavelmente a cidade e os anos que se seguiram foram marcados pela miséria e decadência.
Lentamente foi-se recompondo e apoiada no seu bem mais precioso – o mar – foi emergindo das ruínas.
Hoje Lagos é uma das cidades algarvias mais procuradas pelas suas praias de areia dourada e águas cristalinas, pela beleza paisagística da sua baía e pelo seu legado arquitectónico.
«Ela expunha-se à beira-mar, formosa e não segura, como um fruto tentador à mercê de quem passa.»
Prof. José Hermano Saraiva

DE OLHOS POSTOS NO MAR ...
Fechada nas suas muralhas, Lagos é um dos abrigos mais acolhedores da costa portuguesa. As muralhas (MN), edificadas nos reinados de D. Manuel I, D. João II e D. Filipe I, envolviam completamente a cidade para a defender da pirataria e das frotas hostis.
As suas ruas estreitas denunciam um passado feito de mistério e de descobrimentos ornados a ouro e a marfim. Quase todas conduzem a agradáveis praças e jardins, algumas com esplanadas que permitem usufruir da mística atmosfera que envolve a cidade.
A brancura do casario não passa despercebida. Revela a busca constante por ambientes mais frescos. As casa algarvias, em muito influenciadas pelas técnicas trazidas de África, apresentam vulgarmente barras coloridas que emolduram portas e janelas. As chaminés, de configurações e cores variadas, foram uma das mais populares formas de artesanato. As suas formas, ora revelam influencias árabes, assumindo a forma de minaretes, ora religiosas, lembrando campanários de igrejas.
MN – Monumento Nacional
Apesar das profundas marcas deixadas pelo terramoto de 1755, Lagos é detentora de uma mancha arquitectónica de importante valor, que em muito se deve à reconstrução e alteração de antigos edifícios.
A Igreja de Santo António (MN) é uma das mais belas do país. O seu interior é decorado a talha dourada e as paredes são revestidas por painéis de azulejos em azul e branco do séc. XVIII. O Museu Regional de Lagos, instalado junto à Igreja de Santo António, conserva importantes colecções de pintura, arqueologia e etnografia do Algarve, numismática e arte sacra-talha do séc. XVII.
As arcadas do Mercado de Escravos testemunham um passado de esplendor e riqueza trazida de África pelas Caravelas. Hoje é um espaço utilizado para exposições. Junto ao Porto, o Forte da Ponta da Bandeira. Fortificação militar datada dos finais do séc. XVII, servia para proteger dos corsários e invasores. Hoje já ninguém espera ataques surpresa de barcos inimigos, o seu interior é utilizado para exposições e outras actividades culturais.

PRAIAS

GRUTAS
Na Ponta da Piedade, onde o mar e a terra se encontram, uma longa e estreita escadaria leva até ao mar, onde alguns mareantes esperam, nos seus barcos, por aqueles que desejam conhecer as cavernas e esculturas de grés e calcário talhadas pelo mar.
«bolo da noiva», o «ferro de engomar» ou a «gruta do amor», assim lhes chamam pescadores e populares, são exemplos do admirável trabalho do mar no seu choque constante com as arribas. A imaginação faz o resto.
Lagos tem nas suas estátuas um pouco da sua história, das suas gentes, da sua tradição. Apreciá-las é recordar tempos idos, viver um pouco do passado, confrontando-o com o presente.
ESTÁTUA A EL REI D. SEBASTIÃO
Localizada na Praça Gil Eanes, esta escultura é da autoria de João Cutileiro. Inaugurada em 1972, perpetua a memória de D. Sebastião, o jovem monarca que elevou Lagos à categoria de cidade, em 1573, e daqui partiu, em 1578, à conquista de Alcácer Quibir, na fatal expedição militar a Marrocos, onde viria a desaparecer.
Em torno do desaparecimento do rei formou-se o "Mito do Sebastianismo" que perdurou na memória do povo, na literatura e na filosofia portuguesa até aos dias de hoje. O povo recusando-se a encarar o trágico e fatal destino do rei, acreditava que este haveria de voltar num dia de nevoeiro.
Á data da sua inauguração esta escultura suscitou grande polémica por romper com a tradição figurativa vigente. Actualmente é um dos ex-libris da cidade e a generalidade das pessoas associam-na automaticamente a Lagos.

TRÍPTICO ALUSIVO A ALCÁCER QUIBIR
Da autoria de João Cutileiro, retrata a Batalha de Alcácer Quibir e o desaparecimento do Rei D. Sebastião.
Localiza-se no Jardim da Constituição, próximo do antigo Castelo dos Governadores.
MULHER NUA
Da autoria de João Cutileiro, esta peça em mármore foi realizada na década de oitenta. Pode ser apreciada no espaço público da Rua Portas de Portugal.
ESTÁTUA AO INFANTE D. HENRIQUE
Inaugurada em 1960, de autoria do escultor Leopoldo de Almeida, constitui uma obra de arte que imortaliza a figura do Infante e a sua permanência em Lagos durante parte significativa da sua vida. Aqui dirigiu a fase Henriquina dos Descobrimentos portugueses. É conhecido mundialmente pelo cognome de "O Navegador".
Natural de Lisboa, Leopoldo de Almeida é uma referência nacional no âmbito da estatuária de índole histórica. Faleceu em 1975.

ESTÁTUA A GIL EANES
Localizada no Jardim da Constituição, esta estátua da autoria de Canto da Maia é uma homenagem ao lacobrigense que, em 1434, dobrou o Cabo Bojador. O navegador está representado junto a um vaso improvisado, num barril, que contém uma planta, símbolo da descoberta de terra para além do Cabo Bojador.
Canto da Maia era natural de S. Miguel – Açores, onde nasceu em 1890.
BRASÃO DE LAGOS
Obra em calcário representando a Heráldica Municipal de Lagos, constituída por um pano de muralha com duas torres, encimadas pelas Armas do Infante D. Henrique.
Realizada pelo artista lacobrigense José Arvelos, está instalada no Jardim da Constituição, em Lagos.
DIA INTERNACIONAL DA CRIANÇA
Escultura de José Vieira Cabrita (Natural de Olhão, foi Secretário da Câmara Municipal de Lagos, cidade onde reside). Trata-se de uma obra de betão inaugurada em 1979, no âmbito das Comemorações do Ano Internacional da Criança
MONUMENTO AOS PESCADORES
Data de inauguração: 25 Abril de 1995.
Autor: Tolentino Abegoaria
Tema: homenagem da Câmara Municipal de Lagos aos Pescadores em sinal de apreço pela classe piscatória de Lagos e pelo contributo prestado ao desenvolvimento sócio-económico desta terra.
Localização: Bairro dos Pescadores (Lagos)
PADRÃO COMEMORATIVO DO 10 DE JUNHO
Da autoria de Jorge Mealha, foi inaugurado no dia 10 de Junho de 1996 pelo Presidente da República, Dr. Jorge Sampaio. Neste ano Lagos foi palco das comemorações nacionais do Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas.
Jorge Mealha nasceu em Maputo (Moçambique) em 1934. Em 1975 fixa-se no Algarve, em Lagos, onde desenvolve o seu trabalho de escultura e cerâmica.
MONUMENTO AOS NAVEGADORES LACOBRIGENSES
Data de inauguração: 1997
Da autoria de Alexandre Barata, este monumento foi concebido para homenagear os navegadores lacobrigenses que, com determinação e impulsionados pelo Infante D. Henrique, iniciaram no Século XV as viagens de descobrimento.
A escultura apresenta diferentes leituras, conforme o local em que nos encontramos, na envolvência da sua implantação, reforçando a ideia do processo evolutivo da dinâmica das navegações, dos Descobrimentos e do pensamento.
A espiral evoca o movimento progressivo através do mar e do desconhecido. Alexandre Barata (Xana) nasceu em Lisboa em 1959. Licenciou-se pela ESBAL em 1984. Reside em Lagos há um bom par de anos, desenvolvendo, a par do seu trabalho de criação artística, a programação das exposições do Centro Cultural de Lagos.
ROSA DOS VENTOS
Autor: António J. B. Fernandes (Arquitectura e Direcção de Execução)
Soren Ernst (Escultura e Design)
Localização: Rotunda na Estrada da Meia Praia
Data de Inauguração: 27 de Janeiro de 1998
MONUMENTO "LIBERDADE, DIÁLOGO E DEMOCRACIA"
(evocativo do 25° aniversÁrio do 25 de Abril)
Da autoria de Vera Gonçalves, foi inaugurado em 1999, por ocasião das Comemorações do 25º aniversário do 25 de Abril.
O conjunto dos elementos Terra, Homem, Diálogo, e Luz, representados por um círculo de cadeiras luminosas, sobre uma calote esférica feita de pequenas pedras azuis, constituem um monumento ao diálogo, aos 25 anos de vida democrática em Portugal, aos 25 anos do 25 de Abril.
"O MAR, A MULHER E A TERRA"
Autoria: Eduarda Coutinho
Data de inauguração: 8 Março de 2001
Localização: Rua Infante de Sagres (Lagos); Avenida dos Pescadores (Vila da Luz)
Tema: elementos escultóricos inaugurados pela Câmara Municipal de Lagos no âmbito das comemorações do Dia da Mulher.
"PRIMAVERA EM LAGOS"
Autor: José Maria Pereira (escultor lacobrigense conhecido como Zé Maria)
Data de inauguração: 2001
Localização: Rotunda do Porto de Mós (Lagos)
SÃO GONÇALO DE LAGOS
No cimo da Avenida dos Descobrimentos, encontra-se um local panorâmico conhecido por Chão Queimado, onde foi inaugurado em Junho de 2001 , por subscrição pública, um Monumento a São Gonçalo de Lagos, padroeiro da cidade, da autoria do artista lacobrigense Tolentino Abegoaria. Aqui pode desfrutar a beleza natural da maravilhosa Baía de Lagos. Em dias de céu limpo conseguirá avistar a reserva natural da ria de Alvor, com a Serra de Monchique em pano de fundo.
OBRA SEM TÍTULO DE JORGE VIEIRA
Obra realizada na década de noventa, constituída por tubos com cromatismo multicolor que à noite, através de iluminação direccionada, produz efeitos luminosos invulgares.
Jorge Vieira nasceu em Lisboa onde se formou em Escultura na Escola Superior de Belas Artes. Produziu centenas de esculturas, principalmente em barro e metal e inúmeros desenhos em tinta da china. Do seu trabalho destacam-se o “Prisioneiro político desconhecido” localizado em Beja e o “Homem-Sol” no Parque das Nações (Lisboa). Faleceu em 1998.
FONTE DAS OITO BICAS
Obra em calcário da autoria de Rui Paula. Representa a antiga Fonte Manuelina que, no Século XVI, servia para o abastecimento de água à população.
Natural de Lisboa, Rui Paula foi responsável por um conjunto de intervenções em vários centros históricos do País, nomeadamente em Lagos, onde integrou, até falecer, na década de noventa, o Gabinete Técnico Local da Câmara Municipal de Lagos.
O TEMPO DO HOMEM NA TERRA
Autor: Paulo Guilherme D’ Eça Leal
Escultura instalada na Rotunda da Avenida das Comunidades Portuguesas, aquando da última intervenção de Renovação Urbana realizada na zona pela Câmara Municipal de Lagos.
Data de inauguração: 4 de Outubro de 2002 (com a presença do então Ministro Isaltino Morais)
Nota:
Esta listagem não pretende ser exaustiva, apenas nomeando algumas das mais conhecidas estátuas e esculturas de Lagos. Para além destas obras, existem outras importantes peças de arte pública, como painéis de azulejos, que podem ser apreciadas em vários edifícios e equipamentos da cidade (exemplos: Edifício dos CTT; painel no edifício do antigo BNU; painel de azulejos existente na ponte pedonal da Marina; etc.)
Mesmo aqui ao lado, mas longe da azáfama da vida urbana, Barão de S. João. Esta freguesia de características rurais é uma das mais típicas do concelho de Lagos. Habitações térreas de um só piso, noras e tanques de rega, pitorescas chaminés e uma Igreja dedicada a S. João Baptista compõem a paisagem.
A Mata Nacional de Barão de S. João é o grande atractivo desta região. Área natural protegida, contém espécies arbóreas do tipo mediterrânico e uma importante reserva de fauna cinegética. A Mata oferece ainda um conjunto de infra-estruturas lúdico-desportivas – circuito de manutenção com obstáculos pré-construídos e seis percursos pedestres/BTT - que possibilitam a prática de desporto ao ar livre e, ao mesmo tempo, usufruir do contacto com a natureza.
O Parque de Merendas, existente no local, é o local ideal para um aprazível piquenique em família ou a para um merecido descanso depois de uma caminhada. Para os mais pequenos, escorregas e outros aparelhos de brincadeiras à disposição.
Nas imediações do perímetro florestal estão localizados os sanitários e um Posto Informação/primeiros socorros.
O balanço das ondas e o cheiro a maresia fazem abrir o apetite. O mar é uma fonte de riqueza bem aproveitada pela gastronomia algarvia. Não falta imaginação para confeccionar os mais variados pratos de peixe, moluscos e mariscos.
Começando pelos petiscos. Amêijoas à «bulhão pato», pratinhos de perceves, lascas de ovas secas (de pescada, polvo ou atum), nacos de polvo, de moreia ou de lula secos ao sol e assados em fogareiro ou o biqueirão envinagrado são alguns dos deliciosos petiscos típicos, mais prováveis de encontrar nas tasquinhas dos pescadores.
A sardinha assada é rainha em qualquer restaurante algarvio. A tradição manda comê-la em cima de uma fatia de pão, na qual ela vai deixando a sua gordura... uma delícia dizem os entendidos e comprovam-no os que já experimentaram. Outro prato típico são os carapaus alimados.
Às lulas enche-se-lhes os sacos com ricos recheios de presunto e linguiça. O arroz muda de paladar consoante é de berbigão, de polvo ou de lingueirão.
Também as sopas se inspiram no mar. Mas quem por aqui passa não deve dispensar o tradicional «gaspacho«, uma sopa fria e ácida, óptima no verão e saboroso acompanhamento para a sardinha assada.
O xerém ou as papas de milho, em tempos eram a base de uma alimentação humilde, hoje são um prato muito apreciado.
Nas carnes, o cozido de grão, feito com abóbora moganga, feijão verde e perna de carneiro; o cozido de milhos; a carne de porco com amêijoas e as favas à algarvia são alguns exemplos.
Falando de doces...
Poética e lendária, a amendoeira é protagonista na confeitaria algarvia. Os bolinhos feitos de massa de amêndoa com recheio de ovos moles ou fios de ovos são a base da imaginação para as mais variadas fantasias. São ternurinhas moldadas por sábias mãos. Um regalo para os olhos e um mimo de sabor.
Os Dom Rodrigos são, igualmente, uma delícia feita de amêndoa, protegida por um invólucro de prata colorida. Também o famoso Morgado não dispensa a amêndoa.
O figo depois de seco permite uma variedade de utilizações. Inteiro ou esmagado não há quem os recuse – recheados com amêndoa, chocolate e erva doce ou torrados no forno são uma delícia. Anualmente, em Agosto, o Mercado de Levante de Lagos transforma-se na Feira Arte Doce, uma faustosa mostra da tradicional de doçaria algarvia, que reúne as melhores doceiras da região. Para saborear e apreciar autênticas obras de arte!
O Vinho Licoroso de Lagos
A tradição algarvia no campo da vinicultura remonta à ocupação muçulmana. Depois de conquistada aos Mouros, o Algarve continuou a desempenhar um importante papel nas trocas comerciais. O clima mediterrânico, a natureza dos solos e a utilização de castas tradicionais permitem obter vinhos de agradável sabor a fruto, com baixa acidez e de elevada graduação.
A casta de Moscatel de Lagos produz dois tipos de vinho: um doce e um seco. São vinhos de grande categoria, envelhecidos durante pelo menos 7 anos e que atingem graduações entre os 18º e 19º.
O Vinho Licoroso de Lagos seco é um óptimo aperitivo e deve ser servido fresco. O doce é um bom vinho de sobremesa.
Lagos dispõe de uma vasta oferta hoteleira. Desde modernos hotéis de grande envergadura, apartamentos turísticos, albergarias, casas antigas restauradas e moradias com piscinas. Pode escolher um local no meio da cidade contemplando a Marina e a Baía, pernoitar no centro histórico ou escolher zonas mais recatadas junto à praia ou ao campo.
O Museu Municipal de Lagos, o Forte Ponta da Bandeira, o Auditório Municipal e o Centro Cultural de Lagos são espaços de lazer, habitualmente destinados a exposições artísticas e espectáculos de música, teatro e dança. Mas as ruas de Lagos, sobretudo no verão, são um verdadeiro palco para tudo: saltimbancos, malabaristas, músicos, palhaços e retratistas. Também as pinturas a óleo ou aguarela de artistas inspirados no misticismo da cidade, preenchem algumas ruelas transformando-as em casuais galerias de arte.
Á noite não faltam locais para ouvir música, dar dois dedos de conversa ou beber um copo. Dos mais excêntricos aos mais elegantes, bares e pubs para todos os gostos, praticamente porta sim, porta não.

Para além da memória do azul do mar e do bronzeado do corpo, desta cidade branca podem levar-se variados objectos artesanalmente confeccionados. Destacam-se a cestaria em verga ou palma, a olaria e cerâmica - miniaturas de chaminés algarvias e azulejos pintados à mão -, as rendas e tapeçaria – o croché algarvio distingue-se pelas cores e pelo rendilhado dos pequenos naperons de fio de algodão – e os artefactos em madeira, pedra e ferro – bonecos de diversas formas e pequenos objectos do dia-a-dia rural.
Ao cimo da Avenida dos Descobrimentos encontra um local panorâmico conhecido por Chão Queimado, onde poderá desfrutar a beleza natural da maravilhosa Baía de Lagos.
Entre Lagos e a Praia da Luz, encontra-se o Miradouro da Atalaia, onde se contemplam vistas magníficas sobre a Praia da Luz. É um óptimo local para passear a pé e de bicicleta.
Com o Atlântico a seus pés, a Ponta da Piedade é o local ideal para estender o olhar sobre a águas límpidas que banham as nossas costas.
Possuidora de afloramentos rochosos de grés e calcário de colorido intenso, conferem ao lugar uma beleza invulgar. Para quem gosta de prática de mergulho, esta zona da costa possui excelentes condições.
Numa área central da cidade, o Espaço Internet oferece ao público, gratuitamente, dez postos de acesso à rede mundial de computadores. Dispõe ainda de uma sala de formação devidamente equipada e vocacionada para acções de divulgação das novas tecnologias.
Endereço: Rua do Infante de Sagres, nº 146 A
Tel.: 282 762 293
Horário: Seg. a Quinta - das 14h às 20:30h; Sexta manhã – 9:30h às 13h; Sexta tarde – 14h às 17h e ao Sábado – das 10h às 12:30 horas
Situada na Rua Dr. Júlio Dantas, no local onde nasceu o escritor e destacada figura pública que lhe dá nome, integra a rede de Bibliotecas de Leitura Pública e tem por objectivo a educação, a informação, a cultura e o lazer.
No seu espólio bibliográfico, com cerca de 42 mil livros, figuram 10 mil doados pelo Dr. Júlio Dantas. A Biblioteca tem ao dispor dos visitantes várias salas tais como a sala de empréstimo domiciliário; sala de leitura presencial; serviço de Internet; sala infanto-juvenil; sala de audiovisuais; entre outros espaços.
Para estar a par de todas as novidades e actividades que decorrem neste espaço, a Biblioteca publica o boletim trimestral “Páginas Soltas”.
Responsável pelo Serviço de Animação: Luisa Maciel
Horário: Terça, Quarta e Sexta das 10h às 18h; Quinta das 10h às 20h e Sábado das 10h às 13 horas. Domingos e Segundas está encerrada.
Endereço: Rua Dr. Júlio Dantas 4-10, 8600 Lagos
Tel.: 282 767 816
E.mail: bmlagos@hotmail.com
Equipado com três salas de exposições temporárias e duas salas de animação, o Centro Cultural conta também com um auditório com capacidade para 300 pessoas, para espectáculos de média dimensão, um pátio descoberto e cafetaria. O CCL é o local constante de passagem de todas as formas de expressão artística, das artes plásticas à música, passando pelo teatro e pelo bailado, não esquecendo os congressos, colóquios e conferências que, com frequência, aí se realizam.
De referir que, numa iniciativa da autarquia, vai decorrer neste espaço, de 19 de Outubro a finais de Julho, durante três horas semanais, a Oficina Municipal de Iniciação à Expressão Dramática.
A gestão deste espaço é da responsabilidade da Câmara Municipal de Lagos (Departamento de Educação, Cultura e Informação).
Endereço: Rua Lançarote de Freitas, 7 – 8600 Lagos
Tel.: 282 770 450
ário: 13h às 24h (Verão); 10h às 20h (Inverno)
Fundado em 1932, por iniciativa do seu patrono, José dos Santos Pimenta Formosinho, o Museu rapidamente se desenvolveu através de esforços conjugados, onde as escavações arqueológicas levadas a cabo pelo fundador se revelaram de extrema importância para o enriquecimento das colecções, bem como as constantes doações de que o Museu foi alvo, e que actualmente fazem do mesmo um museu multidisciplinar. Possui um vasto espólio, distribuído pelas secções de Arqueologia, Arte Sacra, História de Lagos, Etnografia do Algarve, Pintura, Numismática, Mineralogia e Etnografia Ultramarina. Possui colecções singulares e peças museográficas únicas em Portugal que, por si só, justificam uma visita. A entrada no Museu faculta o acesso ao interior da Igreja de Santo António, uma autêntica jóia da talha dourada barroca em Portugal.
Endereço: Rua General Alberto Silveira, 8600 Lagos
Tel.: 282 762 301
Horário: 9:30h às 12:30h; 14h às 17:30horas (todos os dias excepto Segundas e feriados)
Enquadrado no Plano Museológico Municipal como espaço evocativo dos Descobrimentos Portugueses, este núcleo museológico exibe exposições documentais alusivas à temática e exposições de pintura, escultura e fotografia. Actualmente estão patentes duas novas exposições de carácter didáctico que proporcionam aos visitantes um mais amplo conhecimento sobre esse período marcante da história da humanidade, a que a cidade de Lagos está intrinsecamente ligada. São elas: “Infante D. Henrique, O Navegador” e “Os Painéis de São Vicente”.
Endereço: Cais da Solaria, 8600 Lagos
Tel.: 282 761 410
Horário: 9:30h às 12:30h; 14h às 17 horas (todos os dias excepto Segundas e feriados)
Situado no Parque Dr. Júdice Cabral, o auditório dispõe de bancadas para cerca de duas mil pessoas, de um palco e de instalações de apoio (camarins, balneários, sanitários). É utilizado sobretudo para concertos.
Edifício situado na Praça do Infante, datado do século XVII, apresenta a sua fachada principal, sobre cada uma das duas portas, um escudo de Armas do Reino do Algarve e entre eles, uma chancela do Conde de Avintes, bem como duas lápides com inscrição. Actualmente funciona como Galeria de Arte.
Uma das localizações possíveis do primeiro mercado de escravos da Europa quatrocentista. Em 1444 chegam a Lagos os primeiros escravos trazidos de África, iniciando-se então a sua comercialização. Sabendo-se que o primeiro mercado de escravos, trazidos pelas caravelas, se realizou no Rossio da Trindade, à porta da vila, este mercado assume especial significado, pelo seu carácter simbólico, enraizado na tradição popular.
O primeiro piso foi utilizado como Casa da Vedoria e Alfândega, casa de Guarda e Prisão Militar. O piso térreo é actualmente ocupado por uma Galeria de Arte, gerida pela Messe Militar de Lagos. O piso superior é composto por várias salas, estando as armas do Marquês de Nisa gravadas na sua fachada.
Local de atendimento presencial de munícipes e visitantes. Aqui é prestada toda a informação turística disponível sobre o concelho de Lagos ( recursos naturais, históricos, patrimoniais e culturais; alojamento; oferta e equipamentos culturais; animação em geral e transportes).
É igualmente prestada informação sobre a actividade municipal, procedendo-se ao encaminhamento para os diversos serviços da Câmara Municipal.
Endereço: Largo Marquês de Pombal, 8600 Lagos
Tel.: 282 764 111
Horário: 10h às 20 horas (todos os dias da semana durante Julho e Agosto); a partir de Setembro: das 10h às 18 horas (de Segunda a Sexta) e das 10h às 14 horas (Sábados).
Nos séculos XV e XVI os portugueses lançaram-se na maior epopeia jamais conhecida: as viagens marítimas, que haviam de levar-nos para além das fronteiras do conhecimento, dando-nos a descobrir novas terras, povos e culturas. Mais de 5 séculos depois a Câmara Municipal de Lagos propõe-nos um novo desafio: relembrar e conhecer esse período histórico marcante na evolução da humanidade e compreender o papel importantíssimo desta cidade algarvia em todo esse processo de revolução económica, social e cultural.
Para esse efeito a autarquia lançou mãos à obra, convidou outros parceiros – públicos e privados - a associarem-se ao projecto, e preparou um conjunto de actividades diversificadas que dão corpo ao Festival dos Descobrimentos.
Mostrar o que se fazia, o que se pensava, e como se vestiam, alimentavam e divertiam os nossos antepassados nos séculos XV e XVI, em pleno período áureo dos Descobrimentos, foi o desafio a que a Câmara de Lagos se lançou, em Maio de 2008.
O Festival integra a realização de desfiles históricos, com figurantes (voluntários de escolas e instituições diversas do concelho) que representam as classes sociais da época – Clero, Nobreza, Burguesia e Povo -, a recriação da Feira Quinhentista, onde participantes e visitantes podem observar e adquirir produtos e iguarias em exposição nas diversas tendas instaladas no recinto, pontuadas, aqui e acolá, por animação de rua e no palco e um Roteiro Gastronómico, iniciativa que conta com a participação de restaurantes da cidade, que neste período se propõem apresentar aos seus clientes uma Ementa Quinhentista, ementa esta dominada pelos sabores e ingredientes exóticos trazidos pelos portugueses de paragens distantes e que, hoje em dia, se encontram em grande parte perfeitamente enraizados nos nossos hábitos alimentares.
Da gastronomia às actividades de cariz científico e pedagógico, passando pelas artes plásticas, muito haverá para descobrir neste Festival dos Descobrimentos, em Lagos.
CURIOSIDADES
Os descobrimentos portugueses tiveram um enorme impacto nos hábitos alimentares de muitos povos. A partir do séc. XV, e nas novas terras contactadas, em África, na Ásia e na América, os navegadores portugueses depararam com novos alimentos e condimentos, anteriormente desconhecidos ou pouco vulgarizados.
A cana de açúcar, originária da Ásia, passou a ser cultivada no Algarve e na Madeira, revolucionando a doçaria portuguesa. De África, os navegadores portugueses trouxeram a malagueta, o côco, a melancia, e mais tarde também o café, que diversificaram a nossa gastronomia.
Da Ásia, vieram as especiarias exóticas como a pimenta, a canela, o gengibre e o cravo-da-índia. Vieram também frutas então quase desconhecidas entre os europeus, como a banana, a manga e a laranja doce. Da longínqua China os portugueses trouxeram ainda o chá, que é hoje a bebida mais consumida a nível mundial.
Mas o continente mais rico e exuberante em termos vegetais, contactado pela primeira vez nos finais do séc. XV, foi a América. De lá, os navegadores ibéricos trouxeram numerosos produtos que hoje fazem parte integrante da gastronomia europeia, como a abóbora, o amendoim, o ananás, a batata, a batata-doce, a baunilha, o cacau e o chocolate, a caju, o feijão, o girassol, o maracujá, o milho, a papaia, o pimento e o tomate.
Data e local de realização:
Último fim-de-semana de Julho (Sexta – Sábado – Domingo)
Local:
Parque Dr. Júdice Cabral / “Parque das Freiras” - Auditório Municipal de Lagos.
Sinopse do evento:
A Feira Concurso Arte Doce, um certame organizado pela Câmara Municipal de Lagos, tem vindo a promover, ano após ano, a preservação e revitalização de uma das tradições mais genuínas e apreciadas na região – a doçaria, confeccionada sobretudo à base de amêndoa e figo. A prová-lo está o crescente desenvolvimento da doçaria regional como actividade económica de relevo no concelho de Lagos. Este fenómeno traduz uma responsabilidade acrescida para autarquia que pretende através deste certame promover um dos mais apreciados recursos turísticos do concelho: a sua doçaria e gastronomia. A este projecto associa-se um conjunto de entidades igualmente empenhadas no cumprimento deste objectivo, destacando-se a Região de Turismo do Algarve, o Instituto de Emprego e Formação Profissional, as Juntas de Freguesia do concelho, bem como os estabelecimentos que patrocinam os prémios a oferecer aos trabalhos vencedores.
Graças ao talento e criatividade das doceiras/artesãos participantes e ao empenho da organização, que durante dias a fio trabalha para pôr de pé um evento de características únicas no panorama regional, o último fim-de-semana de Julho em Lagos assume-se, assim, como uma proposta de animação irrecusável para residentes e para os muitos turistas que escolhem o Algarve como destino de férias.
Das verdadeiras “obras de arte ... doce”, dignas de ocuparem lugar numa qualquer galeria de prestígio, à variedade da doçaria tradicional e restantes produtos regionais em exposição, passando pelo artesanato, igualmente presente, muitos são os pretextos que motivam a forte afluência ao local.
Aos tentadores e saborosos atributos do certame a Câmara Municipal adiciona, em cada edição, um novo ingrediente: a temática que dá o mote aos trabalhos apresentados a concurso na modalidade “Tema Obrigatório”.
Paralelamente à presença de dezenas de doceiras, estão habitualmente também expostos e para venda trabalhos de artesanato em madeira, palma, esparto e trapos, bem como produtos agro-alimentares da região, com destaque para os frutos secos e o mel.
A presença de outros expositores – designadamente das associações locais – e um recheado programa de animação musical, acompanham a realização do certame.
COMEMORAÇÕES DA ELEVAÇÃO DE LAGOS A CIDADE
27 de Janeiro – actividades culturais
Foi no ano de 1573 que, por vontade expressa de El-Rei Dom Sebastião (o jovem monarca que a História registou como “O Desejado”), a então Vila de Lagos ganhou o estatuto de Cidade. A antiguidade e a importância desta data histórica são o pretexto das actividades culturais e recreativas organizadas anualmente pela autarquia.
CARNAVAL TRADICIONAL
Fevereiro/Março – Local: Odiáxere – Desfile Tradicional de Carnaval
FEIRA DO FOLAR E DA GASTRONOMIA LOCAL
Páscoa – Local: Centro Cultural de Barão de S. João Org.: Junta de Freguesia de Barão de S. João - Apoio: CML
Uma mostra dos sabores da gastronomia e da doçaria local, acompanhada pelos produtos regionais produzidos na zona, convida a visitar a mais típica das freguesias rurais do concelho de Lagos.
No fim de semana da Páscoa aproveite o passeio e visite a aldeia de Barão de S. João, em Lagos, onde poderá apreciar os sabores dos tradicionais folares, da doçaria local, mel e ainda diversos pratos que fazem parte da gastronomia da região. A feira conta também com a presença de expositores de artesanato e de animação musical.
FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DO ALGARVE
Maio - Local: Centro Cultural de Lagos – Exibição das curtas metragens a concurso.
COMEMORAÇÕES DO DIA DO PESCADOR
31 de Maio – Local: Lagos – Desfile de embarcações; exposições; actividades diversas.
FESTAS DOS SANTOS POPULARAES
Junho – diversas freguesias e locais do concelho
REGATA DOS PORTOS DOS DESCOBRIMENTOS
Julho – Percurso: Lagos /Palos de La Frontera (Espanha) ou Palos de La Frontera/Lagos – regata realizada no âmbito da geminação entre os dois municípios.
FESTIVAL DE FOLCLORE
Agosto – Local: Odiáxere – Actuação de Ranchos Folclóricos.
FESTA RELIGIOSA DE NOSSA SENHORA DOS AFLITOS
Agosto – Local: Igreja da Nossa Senhora dos Aflitos (Lagos) – Romaria.
FESTAS DO BANHO 29
Dia 29 de Agosto - Local: Cais da Solaria - Comes e bebes, Fogos de Artifício, Concurso de Fato de Banho, Banho da Meia Noite, animação musical, animação de praia e provas desportivas.
«Quem na noite de 29 de Agosto se chegar à beira-mar, verificará talvez um movimento desusado. Desde o pôr-do-sol, aparecerão grupos de pessoas vindas não se sabe de onde, com burros, toalhas e mantimentos. São os camponeses que vêm para o “Banho 29”. É um misto de tradição folclórica e de ritual a cumprir, transmitido de pais para filhos com a indicação de que o banho daquela noite vale por 29...”
As suas origens são confusas. Há quem diga que, nesse dia, anda o diabo à solta e, por isso, só à noite se pode tomar banho. Há quem ligue o banho nocturno a velhos ritos de fim de Verão, cumpridos com diferentes preceitos noutras paragens da Europa do Sul.
Este costume resistiu ao turismo. Já não vêm aos bandos, mas continuam a cumprir a tradição de forma discreta. Ao seu lado aparecem hoje novos grupos de banhistas, mais foliões e menos rituais, que aproveitam essa noite para fazerem fogueiras, tocarem violas, assarem chouriço e contarem histórias. À meia-noite os mais afoitos entram na água. Os outros talvez molhem o pé. Mas todos festejam como podem o “Banho 29”».
Como forma de relembrar e reviver esta tradição, a Câmara Municipal de Lagos organiza anualmente um programa festivo com animação musical, concurso de Fatos-de-Banho, provas desportivas, animação de praia, e o obrigatório banho nocturno.
FETAAL - FEIRA DE TRADIÇÕES E ARTES DO ALGARVE
Setembro – Local: Bensafrim – Org.: Junta de Freguesia de Bensafrim / Apoio: CML
COMEMORAÇÕES DO DIA DO MUNICÍPIO
27 de Outubro (Feriado Municipal) – Em honra do seu Padroeiro, São Gonçalo de Lagos- Animação musical, actividades culturais, provas desportivas, fogos de artifício e Missa em honra do Santo.
“Nasceu São Gonçalo no ano de 1360, na cidade algarvia de Lagos, segundo a tradição, numa casa situada junto das Portas do Mar, precisamente no local onde hoje, e de há séculos, se encontra o seu nicho e imagem, que a gente do mar lacobrigense tanto venera. Posteriormente tomaria o sobrenome de Lagos, a sua terra natal. (...) Ainda jovem vai estudar para Lisboa, onde decide entrar na Ordem dos Eremitas de S. Agostinho. Estudou teologia e dedicou-se à catequese e pregação, interessando-se sempre pelo bem estar das populações e apoiando os pobres. Na zona Oeste de Lisboa a sua pessoa ganhou fama de santo, pelo bem e pelo milagres que fez, ainda em vida e depois de morto.”
P. Hipólito Martínez, O. S. A.
São Gonçalo de Lagos faleceu a 15 de Outubro de 1422, em Torres Vedras. Só em 1778 o Papa Pio VI autorizou o culto do “Bem-aventurado” ou Beato, a Frei Gonçalo de Lagos, com honras de Santo em Portugal. Todos os anos Lagos comemora, a 27 de Outubro, o seu feriado municipal, em honra deste seu filho ilustre e padroeiro.
FESTIVAL DE COROS DO ALGARVE
Outubro/Novembro – Local: Centro Cultural de Lagos– Animação musical – Organização: Associação do Grupo Coral de Lagos.
COMEMORAÇÕES DO ANIVERSÁRIO DA MORTE DO INFANTE D. HENRIQUE
13 de Novembro – evento organizado pelas três autarquias integradas na Associação de Municípios “Terras do Infante” (Lagos, Aljezur e Vila do Bispo), com o objectivo de assinalar o aniversário da morte do seu patrono.
Nascido no Porto em 1394, o Infante acabaria os seus dias em Sagres, no ano de 1460. A partir desta terra, em Lagos e no restante território actualmente correspondente à área geográfica de influência da “Terras do Infante – Associação de Municípios”, empreendeu a gigantesca operação de descoberta do mundo além mar, etapa inicial e impulsionadora do processo de globalização que hoje se vive à escala planetária.
FEIRA FRANCA DE LAGOS
22 a 24 de Novembro – Artigos e divertimentos variados.
FEIRAS DE VELHARIAS
4º Domingo de cada mês, em Barão de São João, e no 2.º Domingo de cada mês no Chinicato – venda de antiguidades, velharias e artigos diversos.